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Informação profissional para a indústria metalomecânica portuguesa
Aumento do pagamento por peça permite aceder a serviços ou produtos de forma mais flexível e económica

Está na hora de repensar os custos das ferramentas

Johan Huss, vice-presidente de Digital Products and Services en Sandvik Coromant

27/01/2026
Imagine a seguinte situação: o seu trabalho consiste em fabricar peças em lotes repetidos. Mas, em vez de se preocupar com a gestão de ferramentas, logística ou problemas de desempenho, pode concentrar-se apenas nas entregas. Sem preocupações com reposição, sem questões de qualidade e sem os sustos de última hora quando falta uma ferramenta para concluir o trabalho.

Atualmente, os fabricantes não se podem dar ao luxo de ficar sobrecarregados com tarefas administrativas que diminuem a produtividade. Neste artigo, mostramos como o futuro passa por modelos de negócio que simplificam a operação da fábrica e vinculam os custos diretamente ao desempenho.

Segundo o último relatório da Fictiv sobre o Estado da Fabricação, 44% dos engenheiros dedicam pelo menos seis horas por semana a tarefas de compras. Além disso, 19% dedicaram mais de oito horas por semana – praticamente um dia completo de trabalho – a estas tarefas em 2025, um aumento face aos 13% registados em 2024. Estes números destacam a crescente carga sobre as equipas de engenharia devido à gestão de uma cadeia de abastecimento cada vez mais complexa.

E não se trata apenas do tempo gasto em encomendas de novas ferramentas. Estudos da Sandvik Coromant indicam que, embora as ferramentas representem apenas 3-5% dos custos totais de produção, a falta de gestão nesta área impacta muitos outros aspetos, desde o tempo parado dos operadores, até aos resíduos e compras de emergência. Na verdade, quase 20% do tempo do operador pode ser perdido simplesmente à procura da ferramenta certa – um exemplo claro de como pequenas ineficiências se acumulam.

Estas conclusões evidenciam uma necessidade urgente: os fabricantes precisam de serviços mais eficientes e de soluções baseadas em tecnologia que simplifiquem os fluxos de trabalho e permitam que as equipas se concentrem em tarefas de maior valor.

Através do pagamento por peça, a Sandvik Coromant oferece mais do que ferramentas: oferece tempo, estabilidade e um parceiro em termos de desempenho...
Através do pagamento por peça, a Sandvik Coromant oferece mais do que ferramentas: oferece tempo, estabilidade e um parceiro em termos de desempenho.

Priorizar os resultados acima do desempenho

É neste ponto que os modelos baseados em resultados podem fazer uma diferença real, especialmente em áreas de maquinagem muito movimentadas.

Na prática tradicional de aquisição de ferramentas, há sempre um lote de peças programado, e o primeiro passo é verificar a disponibilidade de ferramentas. Se o stock for baixo, o engenheiro ou responsável pelas compras terá de preparar uma encomenda, muitas vezes junto de vários fornecedores. Depois, é necessário controlar os prazos, supervisionar as entregas e verificar as faturas. Em muitos casos, mantém-se ainda um excesso de stock “por precaução”, o que congela capital e ocupa espaço.

Num chão de fábrica movimentado, este ciclo repete-se continuamente, consumindo tempo de produção valioso que podia ser utilizado na melhoria de processos ou na resolução de desafios de engenharia. É aqui que os modelos baseados em resultados podem transformar a abordagem às ferramentas. Em vez de adquirir ferramentas como bens de consumo, os fabricantes pagam um custo fixo por cada peça acabada.

Este modelo funciona como uma compra por utilização: paga-se apenas pelo que se produz. Se a produção aumentar, paga-se mais; se diminuir, paga-se menos. É uma forma flexível e económica de aceder a serviços ou produtos.

Na Sandvik Coromant, o serviço de pagamento por peça foi desenvolvido para simplificar a maquinagem e oferecer total transparência sobre os custos de produção. Tudo começa com uma análise detalhada da situação do cliente, em que a equipa estuda os objetivos da empresa e revisita a estratégia de ferramentas para identificar áreas de melhoria.

Esta análise pode revelar, por exemplo, ferramentas em excesso no stock ou tempo perdido à procura da ferramenta certa. Com estes dados, os especialistas da Sandvik Coromant desenham uma estratégia de ferramentas adaptada às peças e aos desafios do cliente, selecionando ferramentas mais eficientes, ajustando os parâmetros do processo e integrando soluções digitais que permitem acompanhar a performance e a produtividade.

O resultado é um custo fixo por peça, que oferece total previsibilidade e controlo. Em vez de gerir separadamente o custo das ferramentas ou preocupar-se com paragens inesperadas, todos os aspetos do processo de maquinagem ficam cobertos por uma estrutura de custos única e fiável.

Um parceiro em matéria de desempenho

As vantagens deste modelo são claras: custos transparentes e previsíveis, sem surpresas. As operações diárias são simplificadas, com menos tempo gasto na gestão de ferramentas e mais tempo dedicado à produção. A fiabilidade do processo melhora, reduzindo paragens e desperdício, garantindo, ao mesmo tempo, poupanças mensuráveis através da melhoria contínua.

A sustentabilidade é outro pilar do modelo de pagamento por peça. O recondicionamento de ferramentas, a redução de embalagens, a logística otimizada e a maior durabilidade das ferramentas contribuem para reduzir desperdício e impacto ambiental.

O serviço não é estático: a otimização contínua está integrada, com ajustes para melhorar a vida útil, a estabilidade do processo e a eficiência global. Ao combinar conhecimento avançado sobre ferramentas com melhoria contínua baseada em dados, o modelo garante uma produção fiável e cada vez mais eficiente.

A Sandvik Coromant oferece, através do pagamento por peça, mais do que ferramentas: oferece tempo, estabilidade e um parceiro em termos de desempenho. Cada peça produzida representa qualidade garantida e um custo fixo, enquanto a complexidade da gestão de ferramentas, logística e otimização são cuidadas por especialistas dedicados.

Hoje, os fabricantes não podem dar-se ao luxo de ficar sobrecarregados com tarefas administrativas. Precisam de um modelo que reconheça as suas necessidades e ofereça apoio baseado em valor e desempenho. Tudo começa pela logística das ferramentas e pela escolha de um parceiro capaz de oferecer apoio previsível, transparente e fácil de compreender, abrindo caminho para uma produção mais eficiente e produtiva.

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